Olha eu aqui de novo postando!!hauhauhauhauhua. Estava visitando alguns blogs legais que sigo e me deu vontade de escrever umas palavrinhas aqui no meu espaço sagrado! Então as coisas estão caminhando bem, estou conseguindo dar conta de todas as demandas presentes na minha vida, há momentos de "sofrência" como diz um amigo mas faz parte do processo de fechamento do meu ciclo(graduação). Ando meio na dúvida do futuro, o que vou fazer depois da formatura... Precisando pensar e pensar sobre isso... Também ando em falta com meus amigos e aproveito para pedir desculpas pelas ausências! Continuo Amando tod@s(os)! É isso vamo que vamo sempre com fé em Deus e pé na Tabuá!
Agosto chegou e meus prazos para a produzir artigos estão acabando! To ficando mais doida do que já sou!hehehehe
Estava no mês passado ocupada escrevendo juntamente com meu Grupo de trabalho de Psicologia e Relações Raciais do CRP-03, uma nota de apoio ao Quilombo Rio dos Macacos, quilombo este que vem sofrendo graves violações dos direitos humanos pela nossa querida Marinha brasileira! A situação é bem crítica e já vem ocorrendo desde sempre! É um absurdo a mídia baiana e brasileira não darem a devida atenção ao problema e não só mídia como os governos!Colocarei o link para que vcs possam ler e compartilhar essa situação bizarra do nosso povo quilombola.
E hoje saiu uma noticia bem triste: A Defensoria Pública da União (DPU) na Bahia informou, através de nota,
que foi surpreendida nessa terça-feira (7) com decisão da Justiça
Federal que determina a desocupação dos quilombolas do terreno da União
disputado com a Marinha. A decisão compreende dois dos três processos
ligados ao caso e atinge vinte entre os trinta réus. A ordem é que a
desocupação dos moradores seja feita no prazo de 15 dias, sob pena de
retirar a comunidade compulsoriamente. O juiz Evandro Reimão dos Reis
conservou a própria decisão liminar que, em novembro de 2010, determinou
a desocupação da área. O defensor Átila Dias revelou-se inconformado e
pretende recorrer contra a decisão perante o Tribunal Regional Federal
da 1ª Região. “O juiz tinha ciência que o relatório do Incra estava
pendente de publicação no Diário Oficial da União”, justificou. O estudo
realizado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária
(Incra) classificou o Rio dos Macacos como área quilombola, mas o
documento ainda não estava disponível para a Defensoria. Para Dias, o
relatório é essencial para a defesa e deve ser apresentado aos
processos.